O trabalho do psicólogo clínico na orientação parental e terapia infantil: vamos ler um livro?

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CURSO

O trabalho do psicólogo clínico na orientação parental e terapia infantil: vamos ler um livro?


Ana Beatriz Chamati – psicóloga
Ana Paula Tósca – editora

 

Data: ‪23/08/2019
Duração: 7 horas
das 9h ‪às 13h e das ‪14h30 ‪às 17h30
Investimento: R$480
Local: Escrevedeira – ‪Rua Isabel de Castela, 141 – São Paulo
Público-alvo: Psicólogos, psiquiatras e profissionais da área da saúde e educação.

 

Inscrições: bia@anabeatrizchamati.com.br

 

O livro infantil é um recurso rico como material de intervenção terapêutica, permitindo diversas maneiras de interação com a infância. Através da leitura de ficção direcionada às crianças é possível acessar questionamentos e aprendizados necessários ao desenvolvimento infantil, o que torna o livro uma ferramenta tanto para a psicoterapia infantil quanto para o trabalho de orientação parental. Assim, o profissional deve desenvolver habilidades específicas para que, através da leitura dirigida, possa explorar diversas formas de identificação do leitor com a história e, desta forma, atingir questões específicas com cada paciente. No encontro do olhar do psicólogo e do editor vamos explorar estas habilidades terapêuticas na leitura dirigida do livro infantil. Partiremos de duas experiências: o atendimento clínico infantil e a leitura global do livro infantil, observando outras camadas de leitura da obra.

 

– Conhecendo o livro infantil
– Imagem e texto do livro ilustrado
– Leitura livre e leitura direcionada
– O livro infantil no trabalho clínico: uma leitura que não se restringe às crianças
– Qual livro para qual queixa?
– Oficina de casos clínicos e a utilização do livro infantil: Discussão de caso e supervisão.

 

Os alunos que tiverem interesse de apresentar um caso para discussão deverão enviar para o e mail: bia@anabeatrizchamati.com.br um texto de, no máximo, 1500 caracteres, até dia _23/07/2019_ contendo: (1) Identificação do cliente com nome fictício, (2) Idade, (3) Dados familiares de interesse – com quem vive, pais, irmãos, etc. (4) Queixa, (5) Histórico da queixa, (6) Histórico de tratamentos psicológicos e psiquiátricos, (7) Breve histórico do processo terapêutico em desenvolvimento, (8) Motivo para solicitação de supervisão – dificuldade encontrada pelo terapeuta para a condução do caso ou questão que gostaria de discutir com os supervisores. No caso de haver um número maior de casos do que a disponibilidade de tempo para discussão, serão priorizados os casos com (1) Relatos que contemplem o maior número de tópicos listados anteriormente, (2) A qualidade do relato, incluindo clareza, fluência e ordenação do texto, (3) Ordem de envio do relato.

 

 

 

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