Escolas e Educação

ESCOLAS E EDUCAÇÃO

Os valores da educação na prática

T oda escola tem valores que baseiam a proposta de ensino. Esses valores podem ser traduzidos em habilidades cognitivas ou socioemocionais e o ensino dessas habilidades devem fazer parte da cultura escolar. Porém, às vezes, esses valores acabam sendo esquecidos no dia-a-dia e se distanciam das práticas em sala de aula. Por isso, nosso trabalho visa avaliar os valores da escola em termos práticos: o que os professores fazem dentro da sala de aula condiz com os valores da escola? O que fazem os alunos nos leva a afirmar que estão aprendendo tais valores? Se não, como podemos resgatar esses valores na cultura escolar?


Ana Beatriz Chamati e Manoela Moreira apresentam os objetivos deste trabalho:

1) Traduzir de maneira eficaz os valores de uma escola em habilidades socioemocionais
2) Avaliar se aparecem em ações, tanto dos alunos quanto da equipe
3) Se necessário, planejar uma intervenção que realinhe os valores e práticas escolares
4) Avaliar o resultado da intervenção na aprendizagem dos alunos e nas práticas escolares



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Palestras e Workshops


A s palestras em escolas foram elaboradas com o objetivo de agregar conceitos da Análise do Comportamento à educação, tendo como objetivo aperfeiçoar a relação entre educadores e crianças instrumentalizando-os, através da compreensão sobre o funcionamento do comportamento da criança, a lidarem com seus alunos.

Em clima intimista e acolhedor, com base na teoria da Análise do Comportamento, as psicólogas Ana Beatriz Chamati e Bia Alckimin que ministram este trabalho abordam temas relevantes para o desenvolvimento das crianças e irão debater estratégias para enfrentarem os conflitos diários.

Clique aqui e veja alguns dos temas abordados:

1. Como funciona o comportamento da criança

Neste tópico explicamos numa linguagem simples sobre o modo como nos comportamos e nos relacionamos com as pessoas ao nosso redor e como as atitudes dos educadores, não intencionais, podem promover comportamentos nas crianças com os quais temos dificuldade de lidar, comportamentos muitas vezes não desejados. Destaca-se o quão importante são as consequências dadas às atitudes das crianças ao longo do seu desenvolvimento.

2. As dificuldades da rotina escolar

Desde o nascimento a criança está sendo educada para se relacionar com o mundo. Apresentamos a ideia de que a criança nasce com certas características orgânicas, porém o que lhe é ensinando, o ambiente ao seu redor, é crucial no desenvolvimento de uma criança com autonomia/responsabilidade.

3. A criança silenciada: aprendendo a conversar

Descrevemos as diferenças entre castrar as manifestações dos desejos e emoções das crianças e ouvir e aceitar os sentimentos vividos por elas. Abordamos a exigência dos educadores, muitas vezes sem diálogo com os alunos, associada à dificuldade que o trabalho em grupo acarreta. Como na prática podemos ouvir verdadeiramente as nossas crianças? O que é aceitar os sentimentos?

4. Novas regras: possibilidades de estratégias em grupo

Neste tópico explicamos a importância de regras facilitadoras da convivência e da consistência ao descrever um pedido e como uma rotina prazerosa é capaz de ajudar na manutenção de um dia a dia mais tranquilo.

5. Combinados X Punição: oportunidade de escolha

Na nossa experiência profissional punição é um tema que frequentemente está em pauta. Há muitos educadores que acreditam na linguagem da punição como um meio de manter o comportamento da criança dentro de determinados padrões, muitas vezes desconhecendo efeitos a longo prazo que a punição pode trazer, prejudicando a relação e levando o aluno distante do que se deseja. Vamos mostrar como os combinados podem funcionar bem, como fazê-los e seus benefícios.

6. Solução de problemas: comportamentos alternativos

Discutimos como ensinar a criança a solucionar as aflições diárias de maneira prática, sem fugir de entrar em contato com situações difíceis, mas olhando para atitudes alternativas de comportamento que podem ser tomadas e como colocá-las em prática, trazendo em pauta a importância da frustração e sua definição.

7. Autonomia em favor da autoconfiança da criança X Superproteção

A independência da criança é construída todos os dias. Como gerar autonomia na criança? Em quais momentos a escola permite que a criança seja independente? Como equilibrar a independência individual da independência do grupo?

8. Elogios descritivos: uma ferramenta para direcionar o comportamento da criança

Atentar ao comportamento positivo da criança parece simples, mas na prática percebemos que não é bem assim. Como acontece a mudança do olhar dos educadores a favor da relação saudável com seus alunos? Como o elogio pode auxiliar nessa direção? O que é elogiar?

9. O psicólogo na escola: quando é necessário e como funciona esse trabalho?

Em alguns casos o educador tem dificuldade de descrever situações difíceis que acontecem, já em outros há dificuldade em aplicar as orientações que foram dadas. Apresentamos a possibilidade do psicógo atuar em contexto de sala de aula e auxílio ao educador.

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